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Mato Grosso

Elaboração de relatórios foi tema do 4º Tricotando sobre Ouvidoria

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Mato Grosso

Crédito: Alex Praeiro/Secom-MT
Ilustração
4ª edição do encontro virtual Tricotando sobre Ouvidoria. Clique aqui para ampliar

O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) realizou, nesta quarta-feira (11), a 4ª edição do encontro virtual Tricotando sobre Ouvidoria, parte do  projeto Ouvidoria Para Todos. Conduzida pela Ouvidoria Geral, a atividade reuniu cerca de 80 ouvidores e servidores de ouvidorias municipais e estaduais.

A abertura contou com participação do secretário-geral da Presidência do TCE-MT, Nilson Fernando Gomes Bezerra, representando o conselheiro-presidente, Sérgio Ricardo, e o ouvidor-geral, conselheiro Antonio Joaquim. Nilson destacou que o Tribunal tem atuado para apoiar, especialmente, os municípios de menor porte, onde a estruturação das ouvidorias ainda enfrenta desafios. “Ninguém melhor do que o cidadão para avaliar o funcionamento das políticas públicas, e a ouvidoria é uma das principais ferramentas para isso”, pontuou.

O secretário-geral reforçou ainda que a capacitação tem como objetivo fortalecer a atuação das equipes e aprimorar o atendimento à sociedade. “Por meio do Tricotando, o TCE-MT capacita o servidor para que ele preste um serviço cada vez melhor. A ouvidoria é o portão de entrada das solicitações, o espaço pelo qual o cidadão aciona o poder público e obtém informações”, completou.

A programação contou com palestra do superintendente regional da Controladoria-Geral da União (CGU) em Mato Grosso, Ricardo Plácido, que tratou da elaboração de relatórios como instrumento de indução de melhorias no serviço público. “É um tema oportuno pelo momento que estamos vivendo, com a elaboração do relatório anual das atividades de 2025. Nós fizemos um diagnóstico dos relatórios das prefeituras de Mato Grosso e vamos debater pontos importantes e fechar com um compromisso de oportunidade de melhoria”, explicou.

Segundo o superintendente da CGU, o relatório é o mecanismo pelo qual o ouvidor traduz ao gestor público as manifestações recebidas, permitindo que a administração devolva à sociedade as melhorias identificadas. Ele ressaltou ainda que os conteúdos obrigatórios do documento estão previstos no Código de Defesa do Usuário de Serviços Públicos, conforme o Artigo 15 da Lei nº 13.460/2017.

O ouvidor e controlador interno da Prefeitura de Ipiranga do Norte, Jonathan Telles, participou como debatedor. “É uma honra participar desse projeto, ainda mais com um tema dessa relevância, com informações estratégicas para o poder público e para o gestor. A ouvidoria é também uma oportunidade de escuta que dá legitimidade às ações do poder público”, destacou.

Ao encerrar o encontro, o secretário-executivo da Ouvidoria Geral, Américo Corrêa, anunciou a realização do Ouvidoria Day 2026, marcado para 20 de março, que discutirá o papel da ouvidoria como indutora da melhoria da qualidade do serviço público. Na ocasião, Ricardo Plácido ministrará uma oficina dedicada à elaboração de relatórios de gestão.

Secretaria de Comunicação/TCE-MT
E-mail: [email protected]
Telefone: 3613-7561

Fonte: TCE MT – MT

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Mato Grosso

Politec destaca papel dos médicos-legistas na produção de provas e atendimento às vítimas

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O Dia do Médico-Legista, em 7 de abril, destaca a atuação essencial desses profissionais na produção de provas técnicas que fundamentam investigações e embasam decisões judiciais. Na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), esses especialistas atuam na conexão entre a medicina e o direito, contribuindo diretamente com o sistema de segurança pública.

O diretor-geral da Politec, Jaime Trevizan, destaca a relevância estratégica da função. “O trabalho do médico-legista é fundamental para assegurar a qualidade da prova pericial, que sustenta decisões judiciais. É uma atuação que exige conhecimento técnico, responsabilidade e compromisso com a sociedade”, afirma.

Produção de provas e rigor técnico

De acordo com o médico-legista Willer da Cruz Zaghetto, a carreira está diretamente ligada à produção de provas utilizadas em processos criminais. “Atuamos interpretando o universo médico para os operadores do direito, seja no atendimento de vítimas de violência, seja na realização de autópsias”, explica.

Ele ressalta que um dos principais desafios é manter o rigor técnico-científico na elaboração dos laudos. “É essencial investir em tecnologia para aprimorar a qualidade das perícias. Hoje utilizamos, por exemplo, a luz forense para auxiliar na identificação de lesões, especialmente em pessoas com pele mais escura”, pontua.


Atendimento humanizado às vítimas

Para a médica-legista Verônica Brandão, a atuação vai além da análise técnica e envolve um papel social. “Mais do que produzir laudos, buscamos fazer a diferença na vida das vítimas. É um trabalho que exige sensibilidade, pois lidamos com pessoas em situação de dor e vulnerabilidade”, afirma.

Ela destaca a importância do acolhimento, principalmente em casos de violência. “Uma palavra de apoio pode impactar profundamente quem está passando por esse momento. Também temos o papel de orientar e conscientizar”, completa.


Importância do atendimento ágil

A médica-legista Renata Miranda reforça a importância da rapidez na realização dos exames. “O ideal é que a vítima registre a ocorrência e procure o Instituto Médico Legal o quanto antes, pois as lesões podem desaparecer com o tempo”, explica.

Segundo ela, em casos de violência sexual, a agilidade é ainda mais essencial para a coleta de vestígios. “Se houver necessidade de atendimento médico, essa deve ser a prioridade, mas a perícia deve ser feita o mais rápido possível”, orienta.


Aumento das denúncias e acolhimento

Renata também destaca o aumento da procura pelos serviços, especialmente por mulheres vítimas de agressão. “Temos observado que mais vítimas estão denunciando e buscando atendimento, o que é fundamental para responsabilizar os agressores”, afirma.


No Instituto Médico Legal (IML), o atendimento é realizado com foco na humanização. “As vítimas recebem acolhimento em espaços reservados, com escuta qualificada e respeito durante todo o processo”, acrescenta.

Compromisso com a sociedade

Para os profissionais, a data também é um momento de valorização da carreira e reflexão sobre o papel desempenhado. “Ser médico-legista é reafirmar diariamente o compromisso de servir à população com dedicação, contribuindo para uma sociedade mais justa”, conclui Zaghetto.

Fonte: Governo MT – MT

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