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Saúde

Governo federal entrega veículos para ampliar acesso ao SUS

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O governo federal entregou neste sábado (9), em Campinas, interior paulista, veículos do programa Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde, em uma estratégia para ampliar o acesso da população aos serviços especializados do Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram entregues 12 micro-ônibus destinados ao transporte de pacientes do programa Tratamento Fora de Domicílio (TFD), além de 20 ambulâncias do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) 192 e três Unidades Odontológicas Móveis, beneficiando 32 municípios. O investimento é de R$ 14,4 milhões pelo Novo PAC Saúde.

“Além micro-ônibus, estamos entregando também uma clínica odontológica móvel que vai até onde a população está, atendendo áreas rurais, distritos, escolas e igrejas. Também estamos reforçando as ambulâncias do SAMU”, disse o ministro Alexandre Padilha, que participou do evento. 

“Ficamos seis anos sem renovação da frota e, desde 2023, com o presidente Lula, já estamos entregando mais de 3 mil ambulâncias para fortalecer o atendimento de urgência e emergência em todo o país.”

Em abril, São Paulo havia recebido outros 30 micro-ônibus. Com a nova entrega, a atual gestão federal soma 145 veículos entregues ao estado.

No âmbito nacional, o Agora Tem Especialistas – Caminhos da Saúde prevê a entrega de 3,3 mil veículos, que serão distribuídos em todo o país, com investimento de R$ 1,4 bilhão.
 


09.05.2026 – Campinas (SP) – Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante evento de ampliação do atendimento do SUS, com entregas do Novo PAC Saúde e do programa “Agora Tem Especialistas”, além de atos de vacinação contra o vírus sincicial respiratório (VSR) e entrega de carteiras aos sanitaristas.

Fotos: João Risi / MS

Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em Campinas com entregas do Novo PAC Saúde – João Risi /Ministério da Saúde

Vacinação 

Em um momento simbólico, o ministro da Saúde vacinou gestantes durante visita a Campinas. Segundo a pasta, o Brasil alcançou a marca de 1 milhão de gestantes vacinadas contra o vírus sincicial respiratório (VSR), principal causador da bronquiolite em bebês.

A imunização é oferecida pelo SUS e garante proteção aos recém-nascidos desde os primeiros dias de vida, período de maior vulnerabilidade às complicações respiratórias.

“Nossa meta era vacinar 1 milhão de gestantes contra o VSR até o Dia das Mães, e alcançamos essa marca já nesta semana. Estamos falando de uma vacina fundamental para proteger bebês e gestantes, que na rede privada custa cerca de R$ 1,5 mil”, disse o ministro.

Dados do Ministério da Saúde mostram que, até 18 de abril de 2026, as internações de crianças menores de dois anos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associada ao VSR caíram 52% em comparação com o mesmo período de 2023, passando de 6,8 mil para 3,2 mil casos. Os óbitos também apresentaram redução de 63%, caindo de 72 óbitos para 27 mortes.

A vacina passou a integrar o SUS em 2025, após recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). 

“A vacina estimula a produção de anticorpos pela mãe, que são transferidos ao bebê ainda durante a gestação. Essa proteção é fundamental nos primeiros meses de vida, e estudos clínicos demonstram eficácia de 81,8% na prevenção de doenças respiratórias graves em bebês nos primeiros 90 dias após o nascimento”, explicou o ministério, em nota.

 

Fonte: EBC Saúde

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Ypê recorre e suspende efeitos de decisão da Anvisa

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A decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que havia suspendido a fabricação e comercialização de produtos da marca Ypê, está suspensa após a fabricante apresentar recurso administrativo ao órgão. 

Mesmo assim, a Anvisa mantém o alerta de risco sanitário e orienta os consumidores a não usar os 23 itens com lotes de final 1 afetados pela decisão.

Segundo a empresa, o protocolo do recurso suspende automaticamente os efeitos da medida até novo posicionamento da agência reguladora, com base artigo 17 da Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa 266/2019

Em nota, a Ypê afirmou que o recurso foi apresentado para reforçar os compromissos assumidos no plano de ação e conformidade da empresa, além de fornecer novos esclarecimentos técnicos à Anvisa.

Com o recurso administrativo, os produtos das categorias lava-louças, lava-louças concentrado, lava-roupas líquido e desinfetantes podem continuar sendo fabricados e comercializados até nova manifestação da Anvisa.

A empresa afirmou ainda que seguirá em diálogo permanente com o órgão regulador para buscar uma solução definitiva.

Alerta mantido

Mesmo com o efeito suspensivo da decisão, a Anvisa informou que mantém o entendimento técnico sobre os riscos identificados na linha de produção da unidade da Química Amparo, em Amparo, São Paulo. 

A agência destacou que o julgamento definitivo do recurso pela Diretoria Colegiada deve ocorrer nos próximos dias.

Enquanto isso, o órgão orienta que os consumidores não utilizem os produtos envolvidos “por segurança”.

Segundo a Anvisa, cabe à empresa orientar consumidores sobre:

  •     recolhimento;
  •     troca;
  •     devolução;
  •     ressarcimento;
  •     demais medidas necessárias.

As informações devem ser prestadas por meio do Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC) da fabricante.

Entenda

Na quinta-feira (7), a Anvisa determinou a suspensão da fabricação, distribuição e comercialização de diversos produtos fabricados pela unidade da Química Amparo, responsável pela marca Ypê. 

Segundo a agência, a medida foi tomada após avaliação de risco sanitário identificar “falhas graves na produção”.

Entre os problemas apontados estão:

  •     falhas no controle de qualidade;
  •     descumprimentos em etapas críticas da fabricação;
  •     problemas nos sistemas de garantia sanitária.

A agência afirmou que essas exigências são fundamentais para garantir a segurança dos consumidores.

Lotes afetados

A decisão da Anvisa atinge apenas produtos com lotes terminados no número 1. A relação completa foi publicada na Resolução nº 1.834/2026 no Diário Oficial da União.

Recall voluntário

A Ypê informou que já havia iniciado, em novembro de 2025, um recolhimento voluntário de alguns lotes de lava-roupas líquidos após identificar a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos específicos.

Na ocasião, a empresa divulgou orientações aos consumidores sobre possíveis riscos à saúde e os procedimentos para troca ou devolução dos produtos.

A Anvisa informou que as vigilâncias sanitárias estaduais e municipais foram orientadas a intensificar a fiscalização para impedir a circulação de lotes considerados irregulares.

O órgão também recomendou que consumidores verifiquem a numeração dos lotes antes do uso dos produtos.

Os produtos de lotes de final 1 que tiveram a comercialização suspensa na quinta-feira foram os seguintes:

  •     Lava Louças Ypê Clear Care
  •     Lava Louças com enzimas ativas Ipê
  •     Lava Louças Ypê
  •     Lava Louças Ypê Clear Care
  •     Lava Louças Ypê Toque Suave
  •     Lava Louças concentrado Ypê Green
  •     Lava Louças Ypê Clear
  •     Lava Louças Ypê Green
  •     Lava Roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
  •     Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Cuida das Roupas
  •     Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Antibac
  •     Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
  •     Lava Roupas Líquido Tixan Ypê Green
  •     Lava Roupas Líquido Ypê Express
  •     Lava Roupas Líquido Ypê Power ACT
  •     Lava Roupas Líquido Ypê Premium
  •     Lava Roupas Tixan Maciez
  •     Lava Roupas Tixan Primavera
  •     Desinfetante Bak Ypê
  •     Desinfetante de uso geral Atol
  •     Desinfetante Perfumado Atol
  •     Desinfetante Pinho Ypê
  •     Lava roupas Tixan Power ACT 

Fonte: EBC Saúde

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