Cultura
Viva Maria: Radioagência fica em 3º lugar no prêmio Dom e Bruno
Cultura
O Viva Maria desta sexta-feira, 12 de junho, saúda o povo brasileiro que já vive a expectativa da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026. O primeiro compromisso do Brasil será neste sábado, 13, diante do Marrocos, às 19 horas. À medida que a partida se aproxima, cresce também a emoção dos torcedores, que aguardam confiantes por uma vitória.

Enquanto a bola ainda não rola, a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) já tem motivos para comemorar. Nessa quinta-feira, durante cerimônia realizada no Palácio do Itamaraty, em Brasília, a comunicação pública foi reconhecida por seu compromisso com a cidadania, o meio ambiente e a defesa dos direitos dos povos indígenas e das comunidades tradicionais, no Concurso Dom Phillips e Bruno Pereira de Jornalismo e Comunicação.
A EBC celebra a menção honrosa concedida à fotógrafa Tânia Rêgo, da Agência Brasil, em reconhecimento ao seu trabalho de excelência. Outro destaque foi a conquista do terceiro lugar, na categoria Jornalismo e Comunicação em Defesa do Meio Ambiente, pelo podcast “Crianças Sabidas”, da Radioagência Nacional.
O reconhecimento é compartilhado com a equipe responsável pela produção: Akemi Nitahara, que assina o roteiro, a apresentação e a montagem; Beatriz Arcoverde, responsável pela edição; e os jovens participantes Maria Eduarda Arcoverde, de 10 anos, e Caetano Farias, de 12 anos, cujas vozes ajudam a levar conhecimento e esperança para as novas gerações.
Arraiá das Marias celebra tradição junina
Com a proximidade do Dia de Santo Antônio, celebrado em 13 de junho, também teve início o tradicional Arraiá das Marias. A abertura contou com a participação da Concessa, que destacou costumes típicos das festas juninas.
Durante a conversa, foram lembradas manifestações culturais de Minas Gerais, reforçando a riqueza das tradições juninas brasileiras.
A celebração destacou a importância da fé, da cultura popular e da convivência comunitária, elementos que fazem das festas juninas uma das maiores expressões da identidade cultural do país.
Confira no player.
Cultura
Exposição sobre história da arte brasileira está em cartaz em Salvador
Momento marcantes das artes plásticas no Brasil, do modernismo às produções contemporâneas, podem ser conhecidos na exposição “Uma História da Arte Brasileira”, em cartaz no Museu de Arte Moderna da Bahia, em Salvador, até o próximo dia 28. Concebida pelo Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro para a cúpula do G20 em 2024, a mostra reúne importantes peças do acervo da instituição e foi apresentada a chefes de Estado e delegações internacionais antes de ser aberta ao público carioca. Depois, passou por circulação nacional que termina agora na capital baiana. Raquel Barreto, uma das curadoras responsáveis pelo projeto, destaca os pontos altos da exposição.

“A gente tem Portinari, Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Maria Martins… Artistas modernos brasileiros acompanhando tanto os concretos, os neoconcretos, como a produção que a crítica nomeou como abstracionismo informal, que são artistas que não estão fazendo mais arte figurativa, mas que estão nesse período produzindo”.
A mostra é apresentada em ordem cronológica, dividida por décadas, e reúne cerca de 80 obras. A curadora detalha a idealização da iniciativa.
“A exposição foi feita pensando num itinerário, num percurso histórico que desse uma perspectiva da arte brasileira, mas uma perspectiva construída a partir do que o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro tem em suas coleções. E se essa mesma exposição fosse feita pensando no que que o MAM da Bahia pode contar da história da arte brasileira, o MAM da Bahia contaria outra história. Isso é muito interessante, pensar que os museus guardam em seus acervos parte da história de seu tempo e uma determinada narrativa”.
Raquel Barreto conta como foi a recepção da mostra pela cúpula do G20, em 2024, no Rio de Janeiro.
“A exposição foi muito elogiada, que houve muito interesse em conhecer a arte brasileira. As artes visuais talvez não sejam tão destacadas internacionalmente como é a nossa música, por exemplo, e agora como tem sido o cinema nacional. Então, foi interessante poder trazer a arte brasileira nesse contexto que as pessoas pudessem conhecer alguns artistas e alguns movimentos e momentos da arte do Brasil”.
Ela fala ainda sobre as outras temporadas da mostra pelo país.
“A exposição teve três itinerâncias: passou pelo Centro Cultural Banco do Brasil em Belo Horizonte, depois em Brasília e aqui em Salvador, como o CCBB ainda não está pronto, o CCBB estabeleceu uma parceria com o MAM da Bahia e a gente teve a oportunidade de trazer a exposição aqui para Salvador apresentando no MAM. Para a gente foi uma alegria muito grande, né, do museu do MAM do Rio poder estar dialogando com o MAM de Salvador, poder apresentar essa exposição aqui. A receptividade tem sido boa, os retornos também, uma relação crítica dos públicos com o acervo, com a exposição, o que nos alegra muito”.
E lembrando, essa é a última temporada da mostra. A entrada é franca e a classificação livre.
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